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Billie Eilish, Toni Braxton e Taylor Swift brilham no AMAs 2019; vem saber tudo o que rolou!

Fim de ano chegando, nada mais justo do que reconhecer aqueles que mais brilharam pelos olhos dos fãs. Por isso mesmo rolou na noite deste domingo (24) mais uma edição do American Music Awards, uma das principais noites da indústria norte-americana.

Sem grandes shades ou acontecimentos extraordinários, a cerimônia foi marcada por um clima de calma e entrelaçamento entre passado e presente. Pra começar, a gente fala sobre a Billie Eilish, que saiu como uma das grandes vitoriosas da noite. Foi pra ela a estatueta de Artista Revelação (Lizzo e Lil Nas X também concorriam. Disputa acirrada!).

No palco, ela mandou ver e literalmente colocou fogo nas coisas ao cantar o single “all the good girls go to hell”.

O legal de se observar a Billie é que, mesmo tão jovem (a artista só possui 17 anos), ela tem um talento que se depender da gente… vai atravessar décadas – que nem a voz da Toni Braxton, convidada pra reviver no palco o hit “Un-break My Heart”, lançado em meados dos anos 1990. Em uma apresentação que lembrava as representações do Monte Olimpo, com nuvens, ballet e uma banda numerosa, ela mostrou que sua voz e seu poder de tocar o coração seguem intactos.

Uma balada inesquecível, sem mais.

Massss… não teve jeito. A noite foi dela! Taylor Swift abocanhou, além do prêmio de Artista do Ano, um dos mais aguardados da ocasião, a grande homenagem da edição. Foi para ela a estatueta de Artista da Década, que reconhece o conjunto da obra e suas contribuições para a indústria. Somado ao prêmio de Melhor Disco de Pop/Rock, oferecido a “Lover”, a fada se tornou a artista mais vitoriosa da história do AMAs, ultrapassando a marca histórica de Michael Jackson.

Em seu discurso de agradecimento Taylor preferiu se manter neutra. Não tocou na pauta “Scooter Braun” e preferiu direcionar seu foco aos fãs, a quem definiu como seus grandes apoiadores.

“Uau. Eu não tenho mais nada pra dizer. Só que o último ano teve as épocas mais incríveis e mais difíceis pelas quais passei. Muitas não vieram a público, mas quero agradecer por serem a constante da minha vida”.

Pra apresentação ao vivo, um longo medley com grandes sucessos (e que chegou a se especular, poderia estar ameaçado), ela foi um pouco mais incisiva. Chegou vestindo um terninho branco em que apareciam escritos os títulos de todos os seus álbuns que seguem sob tutela da Big Machine Records. Passeou livremente pela própria discografia e mandou seu recado: canto o que quiser. Inclusive, com ajuda das amigas!

Uma das maiores injustiçadas? Lizzo. A gente queria muito que ela tivesse ganhado alguma das categorias nas quais concorria, mas não foi dessa vez. Saiu de mãos abanando – e não foi por não ter onde guardar seu prêmio. Não era dia mesmo. No red carpet, numa zoeira meio que “preditiva”, ela apareceu usando uma mini-bolsa Valentino hahahahaha O que cabe lá dentro, hein? Achamos ousada!

Na hora de cantar, por outro lado, promoveu um dos momentos mais memoráveis desta edição ao apresentar a dramática “Jerome” cercada por um número infinito de luzes. Mais um pouquinho e podíamos sentir sua dor… Desejamos sorte no Grammy!

Por falar em vocais, quem também apareceu e arrasou foi Christina Aguilera. Ao lado do A Great Big World ela fez a primeira apresentação ao vivo de “Fall On Me”. Sempre algo pra se assistir com o coração aberto, pronto pra se emocionar.

O ato de abertura ficou com Selena Gomez (que se emocionou bastante no momento da homenagem que a amiga Taylor recebeu). Concretizando seu comeback, a musa teen fez as honras da casa tocando seus dois singles mais recentes: “Lose You To Love Me”, que ganhou uma estética P&B, e “Look At Her Now”, por sua vez coloridíssima!

Entre os novos nomes, Halsey também se deu bem e levou pra casa o prêmio de Música Favorita de pop/rock por “Without Me”. Na hora de fazer seu discurso, foi bem direta e fez uma leve crítica ao modo com que as premiações atuais tem sido conduzidas.

“Pra ser honesta, acredito em contos de fadas e nesses prêmios. Sou grata ao AMAs por ser baseado em votos dos fãs, que são quem se importam com a música realmente. Obrigado AMAs por dar voz a essas pessoas, faço música pra elas! A música nunca perde a magia!”.

Cantou belamente em um palco ponto pra ser colorido. E assim seguiu acompanhada por suas dançarinas, deixando as coisas mais interessantes.

Quando o assunto foi momento inesperado… Ozzy Osbourne, Post Malone e Travis Scott. Foi punk rock puro, do bom, em meio ao fogo que incendiava guitarras e tornava vocais ainda mais poderosos. Já a anfitriã da noite, Ciara, mostrou todo o seu poder ao interpretar seu próprio hino da black music, “Melanin”. De tirar o fôlego, mas a gente sonhou mesmo era com um live de “Evapora”, com a Iza. Fica a dica, hein?

Alguém falou em nostalgia? Primeiro, o Green Day mexeu com o nosso lado punk ao apresentar duas faixas. A primeira delas “Father of All…”, seu mais recente single. Na sequência, o clássico “Basket Case”. Sempre um show à parte, né?

Mas a KESHA, sem sombra de dúvida, proporcionou um momento histórico. Além de recriar no palco sua própria igreja ao cantar o single “Raising Hell”, carro chefe do disco “High Road”, que chega em janeiro, ela também mergulhou no passado ao cantar “Tik Tok”, faixa que a colocou no radar da música pop. De repente estávamos em 2010? Que delícia!

Com ou sem Shawn Mendes, Camila Cabello sabe como fazer um bom show. Primeiro, ela veio acompanhada do namorado pra apresentar “Señorita” – faixa que levou o prêmio de Colaboração do Ano. Não rolou beijo, como de praxe. Depois, sozinha, recriou uma visão dos céus ao tocar “Living Proof”, faixa que faz parte de seu próximo álbum de estúdio.

Já DUA LIPA… fez o de sempre. Aquele pop perfection que a gente ama e defende com todas as forças porque é nada menos que maravilhoso. Usando um figurino matador, ela arrasou ao som de “Don’t Start Now”, outra novidade que com certeza vai figurar nas listas de melhores do ano.

Pra fechar, Shania Twain, mostrando-se uma verdadeira rainha do country, encerrou a noite com um outro medley. Fez a gente pensar em seu legado e em quem queremos ver no próximo ano.

 

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